Em alguns anos, as profissões como as conhecemos deixarão de existir, abrindo espaço para outras. Esta transformação já começou.

Você sabia que 65% das crianças de hoje irão trabalhar em profissões que ainda não existem? Este dado é do Fórum Econômico Mundial. Teremos profissões no futuro diferentes das que estamos acostumados hoje em dia.

O futuro chegou! Para termos profissionais aptos a assumir esses postos de trabalho, a educação precisa estar disponível hoje, para desenvolver as habilidades e competências requeridas neste novo amanhã. O ensino linear tradicional, apenas, não consegue preparar com excelência as crianças, que são os profissionais do futuro.

O mundo está em constante transformação e a indústria 4.0 tem sido peça fundamental nesse cenário, consolidando mudanças e ao mesmo tempo que oferece soluções tecnológicas e gera novas necessidades no dia a dia com o uso integrado de diversas tecnologias, inteligência artificial (IA), robótica, internet das coisas, computação em nuvem, big data, automação industrial, empresarial e residencial que tem como objetivo digitalizar atividades industriais, empresariais e residenciais.

A pandemia do novo Coronavírs também acelerou processos e pesquisas e desenvolveu novas tecnologias para suprir os desafios gerados pelo distanciamento social. Talvez, a maior evidência desse fenômeno seja o avanço da internet das coisas. Hoje temos acesso a serviços na palma da mão, através do celular que, há pouco tempo atrás, eram inimagináveis.

Relação Homem x Máquina

Essa revolução promovida pela indústria 4.0 e novas necessidades surgidas com a pandemia não se limita apenas às tecnologias, ferramentas ou processos de trabalho, impacta diretamente no dia a dia dos profissionais e fomenta o nascimento de novas profissões.

Ao contrário do que muitos possam pensar, as novas tecnologias não vão substituir completamente o trabalho humano e acabar com postos de trabalho. E como isso vai impactar a relação homem e máquina?

As máquinas devem substituir os humanos em trabalhos braçais e repetitivos, e também em ambientes hostis aos seres humanos ou inalcançáveis, como é o caso de cirurgias de precisão.

O ser humano ficará responsável por planejar, programar, construir e monitorar as tecnologias. Assim, muitas profissões e atividades perderão o sentido nos próximos anos e deixarão de existir, mas abrirão espaço para outras, que exigirão novas competências e habilidades profissionais.

Profissões do futuro

A pergunta que não quer calar: quais serão as novas profissões? Falar de algo que ainda não presenciamos é um desafio, mas é possível fazer algumas projeções.

Muito provável que as profissões do futuro dependerão dos smartphones. Segundo o portal do Governo do Brasil. A Anatel registrou mais de 234 milhões de acessos móveis à internet em 2020. É muita coisa, não é mesmo? Há mais de um dispositivo móvel com internet por habitante, no país, visto que a população do Brasil em 2021 é de 213,3 milhões.

Para a maioria de nós, o acesso ao celular veio tardiamente, mas as crianças de hoje, ou melhor, os profissionais do futuro, já acessam desde muito novos. Acreditamos que as novas profissões utilizarão os smartphones e IA como ferramentas primordiais de trabalho e, mais do que isso, muitas dessas profissões serão voltadas para a melhoria e desenvolvimento de novas experiências para os usuários de smartphones.

As profissões do futuro também serão voltadas para a automatização de transportes e ambientes. Já sonhamos com carros voadores e casas automatizadas desde a série de filmes “De Volta Para o Futuro” e hoje muitas inovações neste sentido estão em desenvolvimento, enquanto outras já estão à nossa disposição, como os carros autônomos.

As smart home, ou casas inteligentes, com luzes, portas e janelas e outras ações acionadas por comando de voz, estão se popularizando. Em alguns anos, carros automatizados, que se movem e estacionam sozinhos, também serão comuns. O desenvolvimento e manutenção destas novas tecnologias exigirão conhecimentos em programação e robótica.

Nosso terceiro exemplo já é realidade, pois muitas profissões do futuro serão relacionadas ao ensino e entretenimento digital. O ensino à distância (EAD), por exemplo, já se popularizou, principalmente com o impacto da pandemia do Novo Coronavírus. Agora, falando de entretenimento, temos visto crescer muito nos últimos anos o mundo dos influenciadores digitais, mais presentes nas redes sociais e plataformas de vídeos.

Hoje, há pessoas de todas as idades, inclusive crianças, produzindo conteúdos de qualidade sobre todos os tipos de assuntos, faturando R$ e fazendo disso suas profissões.

Outro setor de entretenimento que tem crescido é o mundo dos games. Até alguns anos atrás os jogos eram apenas sinônimo de diversão e, ainda assim, aqueciam bastante a economia.

Hoje, porém, muitos games se tornaram esportes, chamados de E-sports, e movimentam desde a produção de computadores e periféricos (mouses, teclados, fones, etc) até cadeiras e outras mobílias e acessórios. Segundo o portal Canaltech, esse mercado já vale mais que a indústria de música e cinema juntas.

As transformações no Mercado já estão acontecendo. Investir hoje em educação é ser reposta para as novas necessidades profissionais, que estão vindo por aí. Também é garantia de renda estável para os próximos anos. Conheça a Happy, aqui desenvolvemos nos alunos as competências e habilidades do Século 21, capacitando os profissionais de excelência, do futuro. Conheça mais sobre o nosso modelo de negócios, clique aqui e baixe apresentação sobre nós e o nosso modelo de negócios.

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